A morte é o principal elemento do serviço funerário há milhares de anos. Porém, nos últimos tempos, vemos surgir o novo perfil das funerárias do Brasil: empresas com cardápios de serviços cada vez mais amplos englobando outras funções. Se a necessidade de velar um ente querido ainda existe, o que mudou? Para investigar essa movimentação do setor, este artigo compara os cenários passado e presente pelos olhos de quem os presenciou, além de trazer alguns fatores responsáveis por essa tendência. Vem conosco!
O velho versus o novo: as mudanças do setor funerário
Filho e neto de comerciantes de artigos funerários, Marcelo Tcacenco acompanha o setor funerário desde sempre e é uma testemunha viva das mudanças ocorridas. Tanto é assim que, em 1997, criou a Funeart, fabricante e fornecedora de artigos funerários, e foi pioneiro no comércio online no setor. Ou seja, mais do que uma figura passiva diante das mudanças, foi ele próprio uma força motriz.
Segundo ele, a ornamentação funerária tinha um padrão a ser seguido, o que significava, entre outras coisas, poucas opções e nenhuma personalização. “O foco era mais funcional e seguia praticamente um mesmo formato para todos”, conta Marcelo.
Para atender a demanda das famílias e fazer frente à concorrência, o serviço se tornou mais humanizado e personalizado. Mais do que as inovações ornamentais, Tcacenco lembra também de outro fator fundamental que sofreu alteração: o atendimento. Segundo o empresário, “o atendimento passou a ser mais acolhedor e profissionalizado. O setor deixou de ser apenas operacional e passou a valorizar experiência, sensibilidade e cuidado com cada detalhe”.
O resultado pode-se notar na pesquisa do setor funerário feita pela King’s Research que, entre outras informações, traz a receita movimentada no Brasil: 13 bilhões! Ou seja, as mudanças têm sido vantajosas no geral e recompensam quem se mantém atento.
3 fatores que influenciam o novo perfil das funerárias do Brasil
Apesar de constituírem um setor tradicional, nem as funerárias ignoram o cenário para avaliar como proceder. Assim como avalia Marcelo Tcacenco, é preciso estar atualizado enquanto fornecedor ou funerária. Alguns fatores que influenciam os rumos do negócio e, por isso, sempre merecem atenção são:
1. Sociedade
Ao mesmo tempo em que uma parcela se apega ao tradicional, há quem busque alternativas mais condizentes com a forma com que vê o mundo. Muito influenciados pela questão ambiental em alta, casos como os dos Mamonas Assassinas são cada vez mais frequentes. Recentemente, a banda que tinha um dos túmulos mais visitados passou por uma exumação e parte de suas cinzas foi destinada ao Jardim bioparque Memorial Mamonas Assassinas.
2. Inovações e tecnologias
Em uma era tão marcada por tecnologia e tão digital, é compreensível que ninguém queira ficar de fora. O resultado é empresas explorando as possibilidades que as novas tecnologias oferecem. E-commerce, velórios online e QR code nos túmulos são apenas algumas das possibilidades. Não seria de se espantar se, da mesma forma, as funerárias do Brasil passassem a utilizar IA para redigir obituários.
3. Mercado e competitividade
Quando a sociedade muda e novas tecnologias surgem, o mercado passa a exigir renovações sob o risco do serviço ficar ultrapassado ou não ser suficiente. Longe de imitar a concorrência sem critério, o objetivo é crescer servindo às necessidades do público que vive uma situação delicada e deseja prestar homenagens.
O que esperar do futuro das funerárias
Pelo que podemos constatar, o setor funerário tem caminhado e deve continuar avançando entre tendências nas áreas de tecnologia, personalização e ecologia. Dessa forma, pode atender melhor às expectativas de uma última valorização da vida em pleno ritual de despedida.
Marcelo Tcacenco também vê o futuro das funerárias nesse rumo e sonha em alta definição: “Recursos como projeções em 360º e ambientes temáticos já existem, mas acredito em um aprimoramento ainda maior, com experiências mais imersivas e personalizadas com sensações (cheiro, por exemplo)”.
Atento ao debate acerca da sustentabilidade, acredita no desenvolvimento de produtos com cada vez menos impacto ambiental, além de alternativas ecológicas. Proprietário de uma fabricante de artigos funerários, Marcelo afirma que seus produtos acompanham essas tendências, sendo elaborados com materiais de qualidade. E não se acomoda: procura mais opções para atender as expectativas do novo perfil das funerárias do Brasil.
Funeart: artigos funerários para todos os perfis de funerárias brasileiras
Funeart tem sede em Biritiba Mirim – SP e conta com envios para o país todo. Seu catálogo abrange praticamente todas as etapas do processo funerário: proteção do trabalhador, preparação do corpo, ornamentação da urna e do velório, além da exumação.
Máscaras, véus, mantos, pó para tamponamento, tudo o que sua funerária, crematório ou cemitério pode precisar tem na Funeart! Acesse o site e confira todo o inventário!
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