Descuidos acontecem em qualquer área, mas erros no uso de EPIs podem comprometer a segurança dos profissionais e aumentar os riscos presentes na rotina de uma funerária. Embora os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) sejam desenvolvidos para reduzir a exposição a agentes biológicos, químicos e outros perigos ocupacionais, sua eficácia depende diretamente da escolha correta, da utilização adequada e da conservação dos equipamentos.
Por isso, compreender os principais erros no uso de equipamentos de proteção individual é essencial para fortalecer a biossegurança em funerárias e garantir melhores condições de trabalho para toda a equipe.
Neste texto, apresentamos os erros mais comuns no uso de EPIs, como evitá-los e mostramos como uma fornecedora de artigos funerários pode contribuir para uma rotina operacional mais segura. Confira!
A importância dos EPIs no setor funerário
A segurança no setor funerário depende da adoção de medidas preventivas capazes de reduzir riscos ocupacionais. Entre essas medidas, o uso dos Equipamentos de Proteção Individual tem um papel fundamental.
Com requisitos relacionados ao fornecimento, utilização, conservação e responsabilidades definidos pela Norma Regulamentadora NR-6 do Ministério do Trabalho e Emprego, os EPIs funcionam como uma barreira de proteção entre o profissional e possíveis agentes contaminantes presentes durante as atividades realizadas diariamente na funerária.
O uso correto desses equipamentos contribui para:
- reduzir o contato com agentes biológicos;
- proteger contra respingos e substâncias químicas;
- evitar contaminações cruzadas;
- diminuir acidentes de trabalho;
- garantir maior segurança durante os procedimentos;
- atender às boas práticas de biossegurança.
Entretanto, é importante destacar que apenas fornecer equipamentos não garante proteção. Quando utilizados de maneira incorreta, os EPIs podem perder sua eficiência e colocar os profissionais em risco.
Agora que você já sabe de sua importância, veja a seguir os itens mais comuns utilizados no setor funerário para proteção.
Os EPIs mais utilizados em atividades funerárias
A escolha dos equipamentos de proteção individual deve considerar os riscos envolvidos em cada procedimento. Entre os principais EPIs utilizados em funerárias, estão:
- Luvas de proteção: protegem as mãos contra contato direto com fluidos corporais, resíduos e produtos químicos. Devem ser escolhidas conforme a atividade realizada e substituídas sempre que apresentarem danos ou contaminação.
- Máscaras de proteção: auxiliam na proteção contra partículas, agentes biológicos e outros elementos presentes no ambiente de trabalho.
- Aventais impermeáveis: responsáveis por criar uma barreira de proteção para a pele e roupas, reduzindo a exposição a respingos e líquidos contaminados.
- Óculos de proteção e protetores faciais: esses equipamentos protegem os olhos e o rosto contra respingos durante procedimentos que apresentam risco de exposição.
- Botas de segurança: ajudam a proteger contra umidade, resíduos e acidentes causados por superfícies escorregadias.
- Toucas e outros acessórios de proteção: complementam os protocolos de segurança e ajudam a reduzir riscos de contaminação durante as atividades.
Se o intuito é a maior segurança possível, é preciso lembrar que o uso combinado desses equipamentos proporciona uma proteção mais eficiente e contribui para um ambiente de trabalho mais seguro. Pronto para abastecer o estoque? Confira uma lista com 8 itens de segurança que não podem faltar em sua funerária.
Quais são os principais erros no uso de EPIs?
Mesmo quando uma empresa disponibiliza equipamentos adequados, alguns erros podem comprometer a proteção dos profissionais. Conheça esses problemas e desenvolva uma rotina mais segura:
1. Utilizar EPIs inadequados para cada atividade
Um dos principais erros no uso de EPIs é escolher equipamentos que não correspondem aos riscos envolvidos no procedimento. É preciso ter em mente que cada atividade possui características específicas e pode exigir diferentes níveis de proteção.
Como evitar: avalie os riscos de cada função e disponibilize equipamentos compatíveis com cada tarefa realizada.
2. Usar equipamentos danificados ou fora das condições adequadas
Luvas rasgadas, máscaras deformadas, aventais comprometidos ou óculos danificados podem deixar de oferecer a proteção necessária.
Como evitar: faça inspeções antes do uso e substitua imediatamente qualquer equipamento que apresente desgaste.
3. Reutilizar EPIs descartáveis
A reutilização de equipamentos descartáveis está entre os principais erros no uso de equipamentos de proteção individual, pois aumenta o risco de contaminação.
Como evitar: siga as recomendações do fabricante e descarte corretamente os materiais após o uso indicado.
4. Colocar e retirar os EPIs de forma incorreta
A retirada dos equipamentos exige atenção, pois o contato inadequado com superfícies contaminadas pode transferir agentes para as mãos, roupas ou outros objetos.
Como evitar: treine os profissionais sobre os procedimentos corretos de paramentação e desparamentação.
5. Não utilizar todos os equipamentos necessários
Em algumas situações, profissionais deixam de utilizar determinados equipamentos por considerarem uma atividade rápida ou de baixo risco.
Como evitar: estabeleça protocolos obrigatórios e incentive uma cultura de segurança contínua.
6. Armazenar os EPIs incorretamente
O armazenamento inadequado pode comprometer a qualidade dos equipamentos antes mesmo do uso. Por exemplo, exposição à umidade, calor, poeira ou produtos químicos pode reduzir sua eficiência.
Como evitar: mantenha os equipamentos em locais limpos, secos e protegidos.
7. Não realizar a higienização correta dos EPIs reutilizáveis
Alguns equipamentos podem ser reutilizados quando possuem essa indicação, mas precisam seguir procedimentos adequados de limpeza e conservação. Assim, a higienização incorreta pode comprometer a proteção e favorecer contaminações.
Como evitar: siga as orientações do fabricante e estabeleça uma rotina de limpeza, inspeção e manutenção.
Além de evitar esses erros, é possível encarar a segurança como uma prática institucional até se tornar parte de sua cultura. Para isso, é importante executar uma série de boas práticas na empresa.
Boas práticas para garantir a eficácia dos EPIs
Garantir a eficácia dos equipamentos (evitando erros ao usá-los) não é difícil, mas exige uma combinação entre equipamentos de qualidade, treinamento e acompanhamento constante. Atente-se às boas práticas que sua empresa funerária pode desenvolver:
Realizar treinamentos periódicos
A equipe deve saber qual equipamento utilizar em cada procedimento, como vestir e retirar os EPIs corretamente, quando realizar substituições, como descartar materiais contaminados e quais riscos existem em cada atividade.
Criar protocolos de segurança
Procedimentos padronizados reduzem falhas e garantem que todos os profissionais sigam as mesmas orientações.
Controlar estoque e validade
A falta de equipamentos pode levar ao uso inadequado ou prolongado dos EPIs. Da mesma forma, um controle eficiente garante disponibilidade e evita improvisações.
Realizar inspeções frequentes
A avaliação periódica dos equipamentos ajuda a identificar problemas antes que comprometam a segurança.
Outra “boa prática” é ter um fornecedor de artigos de confiança. Seja local ou nacional, ter uma empresa parceira pode contribuir para o cuidado dos seus colaboradores. Mais do que oferta, é preciso prestar atenção a alguns fatores no momento de escolher.
Como escolher uma fornecedora de artigos funerários?
Para escolher uma fornecedora de artigos funerários, é preciso analisar questões relacionadas ao produto, ao serviço bem como à logística. Isto porque um fornecedor especializado deve oferecer produtos adequados às necessidades do setor, além de ter conhecimento sobre os desafios enfrentados pelas equipes funerárias.
Dessa maneira, a escolha do fornecedor é uma etapa estratégica para garantir segurança e eficiência operacional. E, ao escolher uma empresa fornecedora, é importante avaliar:
- qualidade e procedência dos produtos;
- variedade de equipamentos disponíveis;
- conhecimento técnico sobre o segmento;
- disponibilidade de reposição;
- suporte especializado.
Contar com parceiros confiáveis facilita a gestão dos materiais e pode contribuir ativamente para maior segurança na sua empresa funerária.
Funeart: fornecedora de artigos funerários a serviço da segurança
Uma fornecedora especializada atua como parceira das funerárias até mesmo na segurança ao oferecer soluções que ajudam a manter protocolos mais eficientes.
Há quase 30 anos, a Funeart desenvolve e fornece artigos funerários e equipamentos necessários para empresas que buscam qualidade, confiabilidade e maior proteção para suas equipes.
Com entregas para todo o Brasil, a empresa pauta seu trabalho pela seriedade, qualidade e tecnologia. Dona de um vasto portfólio, a Funeart comercializa avental, touca, máscara, respirador, macacão além de mantos, véus, mantas, flores artificiais, pó para tamponamento, materiais de sutura e outros produtos.
Perguntas frequentes sobre erros no uso de EPIs
Quais são os principais erros no uso de EPIs?
Os principais erros incluem utilizar equipamentos inadequados, reutilizar EPIs descartáveis, não substituir itens danificados, armazenar incorretamente e realizar a retirada dos equipamentos sem seguir os procedimentos corretos.
Por que o uso correto de EPIs é importante em funerárias?
Porque reduz a exposição dos profissionais a riscos biológicos, químicos e ocupacionais presentes nas atividades funerárias.
Quais EPIs são essenciais para uma funerária?
Os principais equipamentos incluem luvas, máscaras, aventais impermeáveis, óculos de proteção, botas e outros itens definidos conforme o procedimento realizado.
Como evitar erros no uso de equipamentos de proteção individual?
A prevenção depende de treinamento, escolha adequada dos equipamentos, manutenção correta, inspeções frequentes e aquisição de produtos de fornecedores confiáveis.
O que diz a NR-6 sobre o fornecimento de EPIs?
A NR-6 estabelece que cabe à organização adquirir somente EPI aprovado pelo órgão nacional competente em segurança e saúde no trabalho e fornecê-lo gratuitamente ao trabalhador, adequado ao risco, em perfeito estado de conservação e funcionamento, nas situações previstas na regulamentação. A organização também deve orientar e treinar os empregados quanto ao uso adequado do equipamento.
Como saber se um EPI possui Certificado de Aprovação (CA)?
O número do Certificado de Aprovação (CA) deve constar na identificação do EPI, e sua situação pode ser consultada no sistema oficial CAEPI, do Ministério do Trabalho e Emprego. A consulta permite verificar informações como número do CA, equipamento, fabricante e tipo de proteção. Além disso, a NR-6 determina que o EPI seja comercializado com o CA válido.
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