Em Lisboa, 2014 entrou para história como o primeiro ano onde pouco mais da metade (50,79%) dos funerais realizados na cidade resultaram em cremação. Especialistas apontam que o crescimento populacional resultou em uma falta de espaço nos cemitérios tradicionais, que por sua vez, encarecem os serviços e também não realizam exumações suficientes para disponibilizar espaço necessário que a cidade precisa. Há quem defenda que esta procura já se tornou uma opção aceitável na cultura ocidental. E você o que acha?
Via: DN Portugal