Se você não participou, ao menos já deve ter visto pessoas acompanhando uma urna funerária pela rua. É o cortejo fúnebre, nome dado à procissão que acompanha o caixão até seu último destino, seja ele o cemitério ou a cremação. Também chamado de procissão ou marcha fúnebre, o cortejo é uma continuação do velório, um momento em que as pessoas fazem suas orações, homenageiam, refletem sobre o falecido e preparam-se para a derradeira despedida.
SIGNIFICADO DE CORTEJO FÚNEBRE
Assim como outros itens relacionados a velório,
manto real, por exemplo, o significado de cortejo parece ter origens nobres. Afinal, vem do italiano
corteggio, que significa “desfile de apoiadores” e foi associado à corte de um soberano, ou seja, quem o apoiava. No contexto fúnebre, passa a se referir a quem deseja prestar homenagem.
Comum em muitas culturas, o cortejo definitivamente não é tratado da mesma forma ao redor do mundo. Porém, nas culturas latinas, há um compasso semelhante, lento, que coincide com a famosa marcha fúnebre de Chopin, mais especificamente o terceiro movimento da Sonata para piano Nº 2 em si bemol menor, Op. 35. Apesar da sua difusão, sua execução é logo associada ao sentimento compungido próprio de velório, sua presença em cortejos não é uma regra. Ao contrário, cada qual tem suas características. Geralmente, quanto maior a comoção provocada por quem partiu, maior a procissão. Veja a seguir alguns dos maiores cortejos fúnebres do país.
OS MAIORES CORTEJOS FÚNEBRES DO BRASIL
É difícil precisar quais foram os cortejos mais numerosos porque, ao contrário dos velórios, não há uma preocupação na contabilidade dos transeuntes. Em geral, as notícias dão conta que uma multidão acompanhou a despedida desta e daquela personalidade, mas sem maiores dados. Alguns ícones cujos funerais tiveram números divulgados são:
Ayrton Senna
Sua morte, em 1994, em plena atividade, chocou a todos. E todo o trâmite do seu funeral foi à altura da emoção provocada: teve honras de chefe de Estado e o “Tema da Vitória”, que celebrava suas conquistas, foi executado durante o percurso. Enquanto seu velório contou com 240 mil pessoas, seu cortejo é sempre estimado na casa do milhão. Dessa forma, seu funeral está entre os
10 maiores do mundo.
Carmen Miranda
A célebre artista estava atuando nos Estados Unidos quando um ataque cardíaco a matou aos 46 anos. No entanto, sua figura era tão popular no Brasil que seu velório mobilizou 60 mil e seu cortejo, cerca de meio milhão de pessoas.
Mamonas Assassinas
Vítimas de um acidente de avião, em 1996, o grupo composto por 5 integrantes irreverentes entristeceu o país pela primeira vez, também no auge da fama. Velados juntos, os Mamonas reuniram mais de 30 mil pessoas no seu velório e, aproximadamente, 100 mil acompanharam o cortejo.
Elis Regina
A morte repentina da consagrada cantora por abuso de drogas marcou o início de 1982. Algumas fontes indicam que mais de 60 mil pessoas despediram-se de Elis durante seu velório no Teatro Bandeirantes. Já o número do cortejo é mais difundido: cerca de 15 mil teriam acompanhado-na.
Entre as figuras relevantes cujos velórios tiveram números consideráveis e os números de cortejo não foram calculados estão: Pelé, o rei do futebol (seu velório recebeu mais de 230 mil pessoas) e a cantora Marília Mendonça, fenômeno sertanejo (100 mil pessoas).
TRÂNSITO E REGRAS DO CORTEJO FÚNEBRE
O cortejo pode ser realizado a pé ou de carro, a depender da distância entre o local do velório e o destino, porém, as regras valem para todos e é aconselhável que sejam seguidas. No caso do trânsito, por exemplo, o ato de ultrapassar um cortejo fúnebre, além de não ser respeitoso, é considerado infração leve e punido com multa (art. 205).
Da mesma forma, durante o trajeto, é preciso tentar manter uma proximidade para sustentar a unicidade e não atrapalhar o tráfego e uma velocidade baixa respeitosa. O cortejo pode ser organizado pela funerária ou, a depender da personalidade, pode contar com a participação da prefeitura para garantir a segurança e a fluidez do trânsito.
Antes do cortejo, no entanto, há o velório, e sua ornamentação precisa ficar a cargo de fornecedores responsáveis que trabalhem com a qualidade e a inovação que os falecidos e seus familiares merecem. Ou seja, produtos como os oferecidos pela
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